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Antes de tudo existir, eu já existia no “nada”. Eu me dividia em três na eternidade: pai, filho e ainda meu próprio espírito… Uma perfeita família! Criei o “pecado” e o “mal” [Is 45.7]. Criei seres celestiais masculinizados [meus filhos?], porém sem o pênis. Criei o mundo material e tudo o que nele há. Criei um Ser celestial [um filho especial?] com o “gene” do mal. Criei um inferno para ele depois que ele quis tomar o meu lugar… Não me pergunte por que eu o criei! Criei um ser humano masculino com pênis primeiro e só depois que o homem quase morria de tédio, criei um “objeto feminino” para ele. Criei um jardim onde os dois passaram a viver. Pus uma árvore perigosa e envenenada no meio do jardim e os deixei de água na boca para experimentar de seus frutos. Eu sabia que ambos iriam prová-los, mas adverti-os antes para que não o fizessem. Ao contrário do que todos pensam, criei o homem com um defeito: a “soberba” [Gn 3.6]. Depois que “pecaram”, os expulsei do meu jardim e castiguei-os com toda sorte de horrores… Apesar da culpa ser minha, puni o homem com a morte! Ao invés de aniquilar o pecado eu aniquilei o pecador!  Exigi que esse ser masculino me entregasse 10% do seu prepúcio [Gn 17.10-11] como uma aliança entre mim e ele… Não me pergunte o por quê?! Também criei uma árvore que tem o poder de dar a vida a quem morre, mas a escondi para que nenhum homem morto pelo pecado que eu mesmo criei tornasse a ser imortal [Ez 31.16-18]. Resolvi me doar a mim mesmo como sacrifício humano para salvar o homem – o qual eu puni. O meu espírito desceu a terra e  cometeu incesto fecundando a minha própria filha – a qual deu a luz a mim mesmo. Tornei-me meu avô; filho de mim mesmo; pai e deus da mãe do meu filho – que sou eu mesmo…  Entendeu? Também, como meu filho, doei o meu prepúcio a mim mesmo. Durante minha vida terrena não tive relação sexual nem me casei, contrariando assim o que eu mesmo ordenei à raça humana que era “crescer e multiplicar”. Resolvi morrer numa cruz para sarar a humanidade, pois acabei esquecendo o lugar onde escondi a árvore da vida. Depois que ressuscitei, a humanidade continuou morrendo. Deixei uma promessa para aqueles que me conheceram em carne, que não morreriam até que eu voltasse para buscá-los; e até hoje me esperam! Disse que na minha casa celestial havia muitas moradas para eles, mas quando cheguei aqui tinha muita mansão para eu construir e até hoje ainda não terminei. Depois dessa minha promessa, a humanidade começou a surtar e a me divulgar/oferecer cada um a sua maneira. Nasceram várias religiões dos ensinamentos do meu filho e até hoje o meu espírito não consegue esclarecê-los qual a que está de acordo com a minha vontade. Dois mil anos se passaram e nada de eu voltar! Mas só volto para buscar aqueles que se sujeitam ás minhas condições de salvação. Primeiro quero que eles pensem que é o meu sangue que salva, mas depois verão que há inúmeras condições para que não sejam lançados num inferno que eu mesmo criei como forma de castigo. Só não aumento mais esse castigo porque sou o “Amor” em pessoa. O mal continua atuando no mundo que eu criei; eu não queria isso, mas já que os humanos que eu criei querem… Dou permissão ao mal para reinar mesmo sem eu querer. Entendeu?

Meu nome é Jeová, mas pode me chamar de Jah [Is 12.2]. Se quiser me conhecer melhor é só acreditar que estou do seu lado!

PS: Ah, Quase ia esquecendo! Eu sou um deus criado por pessoas ignorantes a quem eu escolhi; e não posso ser comparado nunca com uma Força que deu origem ao universo e tudo o que nele há!

Por Andrea Foltz.

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