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Archive for the ‘A religião cristã tem seus pilares fendidos!’ Category

Fábio Porchat

O pesquisador e historiador americano Joseph Atwill afirma que a figura de Jesus Cristo foi fabricada pela aristocracia romana e diz ter encontrado novos dados que confirmam sua teoria. Atwill diz que um relato da Judeia do século I contém diversos paralelos entre Jesus e o imperador romano Tito Flávio. As informações são do site do jornal britânico Daily Mail.
Joe AtwillO historiador afirma que essas “confissões” são “clara evidência” de que a história de Jesus é “na verdade construída, ponta à ponta, baseada em histórias anteriores, mas especialmente na biografia de um César romano”.​
Segundo o pesquisador, a criação de uma figura foi usada como propaganda pelos romanos para acalmar os povos sob seu domínio. “As facções de judeus na Palestina da época, que aguardavam por um messias guerreiro profetizado, eram uma constante fonte de insurreição violenta durante o primeiro século”, diz o historiador.
“Quando os romanos exauriram os meios convencionais de anular rebeliões, eles mudaram para a guerra psicológica. Eles pensaram que o meio de parar a atividade missionária fervorosa era de criar um sistema de crença adversário. Foi quando a história do messias ‘pacífico’ foi inventada”, diz Atwill.
O pesquisador diz que, ao invés de encorajar a guerra, o messias inspirava a paz e ainda dizia aos judeus darem a “César o que é de César” e, assim, pagar suas taxas para Roma.
Atwill diz ter encontrado um relato de Flávio Josefo (historiador romano) sobre a guerra entre romanos e judeus. O americano argumenta que o texto contêm diversos paralelos entre o texto e o Novo Testamento.
A sequência de eventos e localidades visitadas por Jesus Cristo segundo o texto bíblico é aproximadamente a mesma da campanha militar de Tito Flávio, imperador romano durante a guerra, afirma Atwill. O Daily Mail destaca, contudo, que Tito Flávio nasceu em 39 d.C. e morreu em 81 d.C., muito depois de Jesus Cristo.
O historiador americano afirma que os imperadores romanos nos deixaram um quebra-cabeça a ser desvendado. Segundo Atwill, a solução do enigma é: “nós inventamos Jesus Cristo e somos orgulhosos disso”.

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Michael PaulkovichE o que diz o americano Michael Paulkovich? O historiador defende que Jesus Cristo não tenha existido e que, na verdade, se trata de uma lenda urbana – ou do deserto. Segundo ele, 126 escritores da época e de séculos seguintes à suposta crucificação de Jesus nunca sequer mencionaram seu nome e sua história. As informações são do Daily Mail.

Paulkovich estudou autores entre o primeiro e o terceiro século. Para ele, a falta de conhecimento ou menção indica que o Cristo não tenha realmente existido e pode ter sido inventado por rabinos que queriam ter algum líder para seguir.

Em seu livro recentemente publicado (No Meek Messiah), o pesquisador afirma ser bastante estranho que Jesus não seja conhecido por tantos escitores da época – e destaca que detalhes da vida do Messias nunca tenham sido revelados, nem por aqueles que seriam seus discípulos. “Paulo não sabe nem onde, nem quando Jesus viveu e considera a crucificação como uma metáfora”, defendeu.

Segundo seus estudos, que estão no livro “No Meek Messiah”, apenas um livro continha a menção de Jesus, o chamado “As Guerras Judaicas”, escrito pelo historiador romano Flávio Josefo, em 95 depois de Cristo, mas a citação pode ter sido acrescentada pela editora em uma reedição.

Além disso, o historiador afirma que no livro de Marcos, na Bíblia, a história da ressurreição de Cristo teria sido editada. “Falsificadores acrescentaram depois o conto da ressurreição fantasiosa”, diz ele.

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bartehrmanJá o americano Bart D. Ehrman, um respeitado estudioso da Bíblia,
acaba de lançar o livro “Forjado” que tem indignado cristãos de todo mundo, porque ali ele diz provar que pelo menos 11 dos 27 livros do Novo Testamento são falsificações.
O Novo Testamento, em 2 Timóteo 4:7, o apóstolo Paulo afirma: “Combati o bom combate, acabei a carreira, guardei a fé.”
Trata-se de uma passagem das mais dramáticas da Bíblia, porque afinal Paulo fez a afirmação momento antes de ser executado em Roma. Uma passagem que tem alimentado a fé de cristãos nesses dois mil anos.
Só tem um problema: Paulo não disse nada disso. A frase foi inventada e colocada na Bíblia como se fosse do apóstolo – É o que garante Ehrman.
“Havia muita gente no mundo antigo que recorreu à mentira por achar que estava prestando um serviço a um bem maior”, disse.
As evidências disso são tantas, que ele estranha o fato delas passarem despercebidas. Como exemplo, citou o caso dos apóstolos Pedro e João, que estão entre os autores do Novo Testamento, embora fossem analfabetos.
No “Forjado” ele transcreveu Atos 4:13 (“Ao verem a intrepidez de Pedro e João, sabendo que eram homens iletrados e incultos, admiraram-se”) para explicar que os dois apóstolos são descritos na escritura em grego como “analfabetos”, literalmente, e não como “iletrados”, que deixa margem para dúvida se sabiam escrever ou se eram pessoas simples, porém alfabetizadas.

Ehrman disse ter evidências suficientes para garantir que os evangelhos, quando começaram a ser difundidos, não tinham autorias – o que, aliás, era comum com qualquer tipo de texto naquela época. Os nomes atuais, afirmou, foram adicionados posteriormente por copistas.
O estudioso afirmou que seu livro se atém mais ao Paulo porque uma parte significativa do Novo Testamento é atribuída a esse apóstolo.
As suas conclusões se basearam também nos diferentes estilos de texto da Bíblia e em suas contradições. Apontou, como exemplo, os escritos de Efésios, os quais em grego são compostos por frases longas, o que é bem diferente da escrita de Paulo.
“Não há nada de errado com as sentenças extremamente longas em grego, mas essa não é maneira de Paulo escrever”, disse. “É como Mark Twain e William Faulkner: ambos escreveram corretamente, mas não dá para confundir um com outro”.

Uma das mais flagrantes contradições, segundo ele, está em 1 Coríntios, onde Paulo primeiro convoca as mulheres para se manifestar na igreja e alguns capítulos depois afirma que elas devem permanecer caladas e, se quiserem aprender alguma coisa, teriam de perguntar em casa ao marido. É óbvio que os dois textos, segundo Ehrman, não foram escritos pela mesma pessoa.
O estudioso disse que o propósito dos forjadores dos textos bíblicos foi acalmar os ânimos dos líderes da igreja primitiva, porque entre eles havia muita discordância sobre como tratar as mulheres, o relacionamento entre senhores e escravos, como teriam de ser os ritos e por aí vai.
Assim, como diferentes grupos disputavam entre si o poder da seita, eles introduziram na Bíblia textos que atendessem aos seus interesses. “Se você fosse um joão-ninguém, não assinaria o seu texto com o seu próximo nome, mas como Pedro e João.”

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Raphael-LatasterUm recém-lançado livro There was no Jesus, there is no God (“Não existe Jesus, Deus não Existe”), de Raphael Lataster, estudioso secular de religião da Universidade de Sydney – Austrália, afirma que além de a Bíblia não servir como prova da existência de Jesus há mais de 2.000 anos, não há nenhum indício histórico de que esse personagem tenha sido real, de que ele tenha sido um judeu radical da Palestina do século 1º.

A rigor, nas afirmações do título do livro não há nada de novo do ponto de vista ateísta, mas o diferencial do livro é a maneira contundente e embasada como derruba a “verdade” cristã.

Lataster disse em uma entrevista que escreveu o livro para rebater o que ele chama de “novos teólogos”, como William L. Craig, oferecendo, ao mesmo tempo, argumentos filosóficos aos céticos para fundamentar a sua descrença em divindades.

O livro, em sua primeira parte, desconstrói as fontes utilizadas pelo cristianismo que se referem à existência de Jesus. Lataster considerou como espúrios os métodos empregados por estudiosos bíblicos. Afirmou, por exemplo, que, para um leitor atento e crítico, a abordagem de são Paulo retrata um messias apenas mítico, embora ela seja usada por religiosos como “prova” do Jesus histórico.
Hélio Schwartsman, da Folha de S.Paulo, elogiou o livro pelo seu tom persuasivo em mostrar que não há a menor probabilidade de o Jesus ter existido. Isto porque, escreveu o jornalista, nenhuma fonte contemporânea da época de Jesus corroborou a sua existência.

“Autores que teriam tido motivos para citar Jesus, como Filo de Alexandria, não o mencionam”, escreveu. “E os Evangelhos são todos obras anônimas, com objetivos apologéticos e o mais antigo deles, o de Marcos, só foi escrito quatro décadas após a suposta crucificação.”
Na segunda parte do livro, Lataster defendeu que, diante de tanta inconsistência cristã, que se ao menos se use o bom senso do Teorema de Bayes.

Trata-se de um método estatístico que relaciona incertezas e quantidades (de qualquer coisa) invisíveis, determinando probabilidades. Pelo método, observou Schwartsman, a possibilidade de ter havido Jesus é a mesma de ter existido Zeus, Odin ou Shiva.

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Perseguição aos cristãos pelos romanos é mito, afirma livro.

O filósofo Friedrich Netzsche escreveu que os cristãos gostam de fazer o papel de vítimas, de coitadinhos, para tirar proveito disso. É como se eles dissessem a todo instante: “Somos perseguidos, embora sejamos bonzinhos.”

Candida MossO livro The Myth of Persecution: How Early Christians Invented a Story of Martyrdom (“O mito da perseguição: como os primeiros cristãos inventaram uma história de martírio”, em tradução livre), de Candida Moss, reforça a abordagem de Nietzsche, pelo menos quanto à suposta perseguição dos cristãos pelos romanos. Ela é professora de Novo Testamento e de cristianismo primitivo na Notre Dame, universidade católica dos Estados Unidos.

De acordo com a tradição da Igreja Católica e a crença popular, os primeiros cristãos foram implacavelmente perseguidos pelo Império Romano e muitos deles, vivos, serviram de comida de leões, no Coliseu, tornando-se mártires que são venerados até hoje. Tudo ficção.

A verdade é que até um século depois de o cristianismo se tornar religião oficial do Império Romano, na época de Constantino, não havia sequer um único registro de fonte fidedigna de execução de cristão por romano. “Acusações aos cristãos eram raras”, constatou Candida.

Com certeza, alguns cristãos sentiram o peso da brutalidade romana, como pessoas de outras crenças, mas não pelo fato de eles acreditarem em uma divindade chamada Jesus.Foi por algum outro motivo.

Politeístas, os poderosos romanos não se importariam e nem se sentiriam ameaçados por uma pequena seita cujos seguidores adoravam um único deus. Seita que era apenas mais uma entre tantas outras. Os cristãos não tiveram na época a importância a qual hoje afirmam que tiveram.

As histórias sobre a vida e a morte dos mártires se firmam no século II dC como um novo gênero de ficção. Elas se tornaram muito popular, conta Candida Moss. Nos relatos, havia muita violência: cristãos sendo pisoteados até a morte ou decapitados por oficiais romanos.

Alguns historiadores classificam essas histórias como “pornografia sagrada de crueldade”, porque se referiam a homens e mulheres da igreja primitiva os quais teriam sido submetidos a tortura e sofrimentos de toda ordem por professarem a fé cristã.

Se essas histórias foram verdadeiras e tão impactantes, como entender a demora para que viessem à luz tanto tempo depois?

A resposta é simples: elas foram inventadas para reforçar a mitologia cristã ainda em formação naquela época.

Isso não impediu que a partir do século 18 alguns papas declarassem o Coliseu como local santificado com o sangue de mártires.

A abordagem do livro de Moss retoma uma questão que já tinha sido debatida no século 18 por Voltaire (1694-1778), entre outros pensadores.

No livro “Tratado sobre a Intolerância”, ele disse que as histórias de perseguição aos cristãos não têm nenhum substância porque os romanos eram extremamente tolerantes em relação às religiões. Tanto que, entre eles, existia o princípio Deorum offensae diis curae (“Somente os deuses devem ocupar-se das ofensas feitas aos deuses”).

“Os romanos não professavam todos os cultos, nem dava a todos a sanção pública, mas permitiam que todos fossem celebrados”, afirmou Voltaire.

O filósofo francês escreveu que, para os romanos, a tolerância religiosa era tida como a lei mais sagrada dentre os direitos humanos.

“Segundo nos dizem, assim que os cristãos apareceram, eles foram perseguidos por esses mesmos romanos que não perseguiam ninguém. Parece-me evidente que tais fatos são totalmente falsos.”

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professor-ronaldo-almeidaO professor de antropologia Ronaldo Almeida, da Unicamp, afirmou que o comportamento social dos evangélicos é permeado por ódio, fobia e vingança, e que isso explica casos como o da agressão à menina candomblecista.

Segundo Almeida, os  exemplos dados pelos evangélicos são manifestações de conservadorismo que refletem um cenário geral da sociedade brasileira.

Ele pontuou em entrevista ao IG que o ódio pode ser notado na reprovação dos evangélicos à homossexualidade e outras religiões (cristãs ou não); a fobia pode ser percebida no apoio que muitos brasileiros dão à legislação mais permissiva em relação ao porte de armas; e por último, a vingança, que seria o motivo pelo desejo da redução da maioridade penal.

“No Brasil, o que se consolida é o pluralismo no interior do cristianismo, cujo movimento principal são católicos se tornando evangélicos. Esse aumento do contingente vai além dos templos, se reflete no âmbito da política, da economia, da mídia”, teoriza o professor, sugerindo que essa mudança de pensamento da sociedade é um reflexo direto do crescimento dos evangélicos.

Segundo Almeida, erros políticos teriam funcionado como combustível para o crescimento da representatividade dos evangélicos na política. O professor também criticou a gestão do pastor Marco Feliciano (PSC-SP) à frente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias (CDHM).

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Pesquisa mostra as heresias mais comuns nas igrejas modernas!

A mais recente pesquisa realizada pelo Instituto de Pesquisas LifeWay é intitulada “Americanos acreditam no céu, inferno e em algumas heresias”. Encomendada pela Ligonier Ministries e publicada ontem (28), recebeu destaque em vários sites de conteúdo evangélico.

O material revela que muitos evangélicos americanos têm opiniões “heterodoxas” sobre a Trindade, a salvação, e outras doutrinas. Segundo os padrões dos conselhos mais importantes da Igreja primitiva, essas posturas seriam consideradas heréticas.

Os pesquisadores fizeram 43 perguntas sobre fé, abordando temas como pecado, salvação, Bíblia e vida após a morte. A pesquisa feita com 3 mil pessoas tem uma margem de erro de 1,8% e seu nível de confiança é de 95%.
As principais conclusões do estudo são que embora a imensa maioria – 90% dos evangélicos e 75% dos católicos – acredite que o céu é um lugar real, cerca de 19% dos evangélicos (67% dos católicos) acreditam que existem outros caminhos para chegar lá que não seja através da fé em Jesus.

Por outro lado, 55% dos evangélicos dizem que o inferno é um lugar real, contra 66% dos católicos. Na média, os americanos não parecem muito preocupados com o pecado ou em irem para o inferno depois de morrer. Dois terços (67%) dizem que a maioria das pessoas são basicamente boas, apesar de todos os seus pecados. Apenas 18% acredita que até mesmo pequenos pecados podem resultar em condenação eterna, enquanto pouco mais da metade (55%) dizem que Deus tem “um lado irado”.

Stephen_NicholsA importância desse tipo de levantamento é a grande influência que a igreja americana tem sobre a maioria das igrejas do mundo ocidental. Segundo Stephen Nichols, diretor acadêmico da Ligonier, os dados mostram “um nível significativo de confusão teológica”. Muitos evangélicos não têm visões em harmonia com a Bíblia sobre Deus ou os seres humanos, especialmente em questões de salvação e do Espírito Santo, acrescentou.

Alguns pontos têm variação expressiva dependendo da tradição teológica a que a pessoa entrevistada pertence. Porém, em algumas questões os resultados surpreendem. Em alguns casos, o problema parece ser mais a falta de informação.
Menos da metade (48%) acredita que a Bíblia é a Palavra de Deus, sendo que 50% dos evangélicos e 49% dos católicos dizem que ela é “útil, mas não uma verdade literal”.

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Ao mesmo tempo, por exemplo, apenas 6% dos evangélicos acham que o “Livro de Mórmon” é uma revelação de Deus, enquanto outros 18% “não tem certeza e acham que pode ser”. Possivelmente desconhecem que os mórmons são uma seita e que, para eles, Jesus e o Diabo são irmãos, filhos do Deus-pai, que vive em outro planeta.

Perguntados sobre a natureza de Jesus, um terço (31%) disse que Deus, o Pai é mais divino do que Jesus, enquanto 9% não tinham certeza. Além disso, 27% dizem que Jesus foi a primeira criação de Deus, e outros 11% não tinham certeza.

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No segundo e terceiro século, proeminentes teólogos e líderes da igreja debateram por muito tempo sobre a natureza. O concílio ecumênico da Igreja em Nicéia, no ano 325, e o concílio ecumênico de Constantinopla, em 381 declararam sua rejeição a qualquer ensinamento que defendia que Jesus não era um com o pai, da mesma substância. Logo, tratar Jesus como um ser criado e menor que Deus-Pai não é um ensinamento cristão, embora permaneça sendo ensinado por seitas como os mórmons e os Testemunhas de Jeová.

Na mesma época, concílios ecumêmicos também esclareceram que a Trindade era composta por Pai, Filho e Espírito Santo, sem diferença de essência ou hierarquia entre eles. Quando questionados sobre a pessoa do Espírito Santo, os evangélicos de 2014 revelam posturas ainda problemáticas. Mais da metade (58%) disse que o Espírito Santo é uma força, não uma pessoa. Enquando 7% disse não ter certeza. Sobre o Espírito Santo ser menos divino do que Deus Pai e Jesus, 18% concordaram e o mesmo percentual respondeu “não sei”. Já dois terços dos católicos (75%) responderam acreditar que o Espírito Santo é apenas uma “força divina”.

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A natureza humana e a salvação são outras áreas que mostram confusão nas respostas. Dois em cada três evangélicos (71%) dizem que uma pessoa será salva se buscar a Deus primeiro, e depois Deus responde com sua graça. Uma percentagem semelhante (67%) disse que as pessoas têm a capacidade de se converter a Deus apenas por sua própria iniciativa. Ao mesmo tempo, mais da metade (56%) disse que as pessoas têm de contribuir para a sua própria salvação.

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Essa parece ser a questão que ainda suscita mais debate. A tradição mais comum entre católicos romanos, ortodoxos e aguns ramos protestantes defende que os seres humanos cooperam com a graça de Deus na salvação. O ensinamento cristão histórico em todos os ramos é que qualquer ação por parte do homem será apenas uma resposta à obra do Espírito de Deus.

Ao serem perguntados sobre a igreja local, 52% acreditam que não há necessidade de pertenceram a uma igreja, pois buscar a Deus sozinho tem o mesmo valor que a adoração comunitária. Ao mesmo tempo, 56% disseram crer que o sermão do pastor não tem “qualquer autoridade” sobre eles. Quarenta e cinco por cento dos entrevistados acredita que tem o direito de interpretar as Escrituras como quiserem.

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Papiro que diz que Jesus tinha esposa é autêntico, afirmam cientistas

harvard-courses1Três equipes de cientistas de Harvard, de Columbia e do MIT (Massachussetts Institute of Technology) concluíram que um antigo papiro que diz que Jesus era casado não é uma falsificação.

O chamado “Evangelho da Esposa de Jesus” foi escrito na língua copta, idioma extinto no século XVII, e foi descoberto em 2012.

Ele contém a frase “Jesus disse-lhes: ‘Minha esposa …’”, e também uma referência a uma discípula mulher: “ela poderá ser minha discípula”.

À ocasião da descoberta, o jornal do Vaticano declarou que o papiro era falso, tinha gramática pobre e origem incerta.

Papiro Jesus

Agora, novas análises científicas indicam que o papiro de 4 cm por 8 cm é perfeitamente autêntico

Segundo artigo publicado na Harvard Theological Review, o documento remonta mais provavelmente do período entre os séculos 6 e 9 d.C. “A composição química do papiro e os padrões de oxidação são consistentes com outros papiros antigos, ao comparar o fragmento do Evangelho da Esposa de Jesus com o Evangelho de João”, escreveram os pesquisadores..

Os resultados do teste não provam que Jesus tinha, de fato, uma esposa. Karen King, historiadora da Harvard Divinity School que recebeu o papiro de um colecionador anônimo, afirmou que a grande conclusão que se pode tirar do documento é que temas como sexo, celibato e casamento eram muito discutidos no cristianismo primitivo.

Em outra palavras, o papiro é legítimo, mas os dados sobre Jesus não podem ser confirmados assim como nos 4 evangelhos também.

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Como Abraão pôde ter camelos se não estavam domesticados?

Diz Gênesis 12:16: “E fez bem a Abraão por dela; e ele teve ovelhas, vacas, jumentos, servos e servas, jumentas e camelos”.
Esse é mais um trecho da Bíblia que não se sustenta, porque na época de Abraão os camelos ainda não tinham sido domesticados.
A questão é polêmica porque religiosos fundamentalistas — como não poderia ser diferente — continuam defendendo a posse de camelos por Abraão, dando crédito à versão de que o animal foi introduzido na Mesopotâmia na época do profeta, de acordo com que estaria registrado em escritas cuneiformes e selos.
Contudo, recentes descobertas de arqueólogos israelenses contêm evidências de que os camelos domesticados só foram introduzidos na “terra santa” no século IX AC, o que desabona a versão bíblica.
Yosef Ben, um desses arqueólogos, afirmou que foi possível determinar a data com a precisão de décadas em vez de séculos.
Disse que o aparecimento de camelos naquela localidade ocorreu de forma abrupta, talvez por intermédio de egípcios que faziam comércio nas rotas do Mediterrâneo.
No Velho Testamento, há duas outras referências a camelos.
Afirma Gênesis 24:10: “E o servo tomou dez camelos, dos camelos do seu senhor, e partiu, pois que todos os bens de seu senhor estavam em sua mão, e levantou-se e partiu para Mesopotâmia, para a cidade de Naor”. [Isso ocorreu pelo menos 100 anos depois do tempo do profeta].
Gênesis: 37:25 diz: “Depois assentaram-se a comer pão; e levantaram os seus olhos, e olharam, e eis que uma companhia de ismaelitas vinha de Gileade; e seus camelos traziam especiarias e bálsamo e mirra, e iam levá-los ao Egito”.
Nesta polêmica, ao menos existe algo inquestionável: domesticados ou não, os camelos já existiam em alguma parte do planeta (há provas disso), mas sobre Abrão inexiste qualquer indício de sua existência.

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